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Poesias 1331 – A Casa na Montanha parte 3

agosto 27, 2015 by in category Textos 13.31 with 0 and 0

PAISAGEM – continuação – ano de 2005

VI

Mesmo que eu fosse forte o suficiente para quebrar os conceitos do que vejo, preferiria apenas ver, sem conceitos de que sinto. Creio que deste modo me sentiria mais disposto a ter força para que num futuro possível eu possa quebrar a existência dos conceitos.
O que vejo é o verde das árvores não nativas, que não é como o verde que às vezes vejo em teus olhos quando me desloco para um lugar onde não existe a cor verde. Um lugar que, toda vez que retorno dele para a casa da montanha, tu passas a não existir.

VII

Aos poucos sinto que me torno mais poeta do que era. Como podemos tornar-nos se nada somos?
Poeta é o humano doente que vê o tronco e sente a raiz.
Insisto em perguntar às folhas que absorvem a luz dos meus olhos, o sentido de eu fazer tantas perguntas absurdas, e elas não respondem, pois elas existem.
Poesia, a meu ver, é existir. O poeta existe na sua poesia, entristece de perguntas às palavras e lamenta a doença humana que é paralela e quase toca a alegria.
Sou feliz na felicidade das questões. Aos poucos vejo como a pedra vive bem sem nada me perguntar. Pergunto a esta também.

– A esperança é a última que dorme.

VIII

Minhas mãos apertam o caule com espinhos. O sangue é da mesma cor da flor, sou ela e o resto é água.
A dor que sinto é apenas a cor da fogueira ao lado, laranja e azul, – pelo efeito do fio de cobre esquecido. É a única, além do mundo todo, que presencia a unidade da minha ação.
Cegos olhos da doença humana.
Perdôo por não ter uma resposta clara. Perdoe-me por tantas perguntas escuras.
O pássaro funde-se ao canto da cigarra. As pernas cantam, assim como vez em quando, os ouvidos nos falam por um longo tempo.
O tempo deixou de pensar no espinho que não pensa mais na mão que não pensa mais em mim que não penso mais em perguntar o “por que” havemos de pensar.

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